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Greve dos Correios chega ao 7º dia e afeta serviços de Sedex na região de Campinas

Greve nacional dos Correios começou no dia 27 de abril, mas empresa diz que funcionamento das agências é normal. Sindicato confirma adesão. Data da Postagem: 03/05/2017 | Fonte: Globo SP
(Foto: Divulgação).

greve dos funcionários dos Correios completa uma semana nesta quarta-feira (3) e serviços de Sedex com hora marcada – “10”, “12” e “Hoje” - estão afetados na região de Campinas (SP). A informação foi confirmada pelo órgão nacional, que ressaltou que as agências e os demais serviços estão funcionando normalmente. O sindicato da categoria afirma que houve adesão na região, mas não informou o percentual. Moradores reclamam de problemas nas entregas.

O diretor regional do Sindicato dos Correios (Sintect-CAS), Hernandes Nascimento, disse ao G1 que, provavelmente, os Correios fizeram um remanejamento de funcionários para não afetar o atendimento. Ele não informou o número de trabalhadores e agências que aderiram.

No dia 27, quando a greve começou, o sindicato informou que carteiros, atendentes e operadores de triagem tinham aderido ao movimento. 

Clientes e empresas com dificuldades

 

Como alternativa, empresas estão buscando transportadoras para realizar as entregas aos clientes. Os moradores, no entanto, enfrentam o transtorno de ter que retirar encomendas paradas diretamente nos centros de distribuição.

Em entrevista à reportagem da EPTV, afiliada da TV Globo, o autônomo Adalto Leite Jr. contou que aguardava a chegada de um telefone celular há uma semana e nesta quarta foi até um dos centros para fazer a retirada. Indignado, ele reclama que o serviço prestado pelos Correios não está completo. 

"Não tem o comodismo de chegar até em casa, porque é um serviço que a gente paga. Não tem desconto algum. Deveria ter um desconto. Não é um serviço completo", afirma.

 

A servidora pública Juliana Pimenta também precisou ir até o centro de distribuição nesta manhã para retirar uma encomenda, que deveria ter sido entregue há mais de uma semana. Ela criticou a falta de funcionários para fazer as entregas.

"Greve todo mundo tem direito de fazer. Até entendo que seja essa a questão. Mas, pelo menos os 30% que é previsto em lei deveria ser mantido", afirma. 

Sem acordo

 

Segundo o diretor regional do sindicato, na assembleia desta terça foi definido que a entidade manterá conversas diárias com os funcionários e que a greve é por tempo indeterminado. Ele explica que não receberam uma proposta que atenda às reivindicações da categoria, que é contra a privatizaçao da empresa e pede melhoria nas condições de trabalho.

"É uma proposta pior do que aquela do dia que a gente saiu de greve. Ou seja, não avançou em nada e a gente mantém a greve", afirma.

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) propôs um acordo nesta terça para o encerramento da paralisação. Segundo a nota oficial dos Correios, o despacho “prevê a suspensão ou o encerramento imediato da greve por parte dos trabalhadores e a revogação da suspensão das férias no mês de maio pela empresa”.

Os Correios aceitaram a proposta e aguardam posicionamento dos trabalhadores. Uma nova reunião está prevista para a tarde desta quarta.  




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