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Naviraí - Mulher cai em golpe por telefone e deposita R$ 750 para estelionatário

Data da Postagem: 11/05/2017 | Fonte: Tá na Mídia Naviraí
(Foto: Divulgação).

Uma mulher de 42 anos foi vitima de estelionato em Naviraí, ao caiu em um golpe que vem sendo muito aplicado, muito aplicado principalmente por detentos que cumprem penas nas penitenciarias do Brasil, que usam aparelhos celulares que adentram de forma irregular nas prisões para praticar este tipo de crime.

Segundo a vítima, ela recebeu uma ligação um de um individuo que se identificou como sendo membro da família, e pediu para que ela depositasse a quantia de R$ 750,00, pois ele estaria com o carro quebrado e uma oficina e precisaria do dinheiro pagar o conserto.

Outro indivíduo se dizendo ser o dono da oficina chegou a ligar para a vítima informando o valor do conserto e confirmando o fato narrado pelo suposto parente dela.

Ela então pediu para que sua prima fizesse o deposito, e só algumas horas depois, viu que tinha caído em um golpe.

A mulher foi até o 1ª DP (Delegacia de Polícia Civil), onde registrou o caso que estava sendo investigado como estelionato.

Golpes de telefone mais comuns aplicados por criminosos de dentro de presídios

O telefone de casa toca. Você, ingenuamente, atende e acaba confundindo a voz do interlocutor que está do outro lado com a de algum parente ou amigo. Pronto, era tudo que os golpistas queriam. O que vem a seguir é terrorismo e tentativa de extorsão. Diversos golpes por telefone estão cada vez mais comuns em todas as regiões do Brasil. É preciso cuidado e muita cautela.

“Ligação premiada”, “Sequestro virtual”, “Bença, tia”, “Envelope vazio” e “Anúncio de veículo” são alguns dos golpes registrados. As histórias são as mais diversas, como falsos sorteios e promoções, sequestros de parentes, sobrinho distante que está a caminho da cidade e precisa de dinheiro para consertar o carro na estrada, transferências inexistentes e confirmação de resgate de carro roubado.

Os golpes normalmente são aplicados por quem está atrás das grades. Assim, o preso tem tempo de sobra para pensar em como agir. O número do telefone, ele consegue discando aleatoriamente. 

“A ligação premiada é o mais comum. Eles usam o nome de um programa de televisão de grande audiência, dizendo que a vítima ganhou motocicleta e dinheiro, e pedem para ela depositar um dinheiro com o intuito de retirar o prêmio. Tudo mentira, e muitas pessoas caem nesse golpe”.

Outro que está ficando comum é o “Bença, tia”. Uma pessoa liga, se identifica como parente que mora longe e estava indo a cidade de surpresa, mas o automóvel quebra e necessita de um valor em dinheiro para consertar e chegar. Nesse caso, a própria vítima é induzida a informar os dados do familiar para o golpista.

Golpista: – Oi, tia, bença. Adivinha quem está indo para aí hoje?
Vítima: Quem será?
Golpista: Um dos mais queridos da família.
Vítima: Pai do céu. Tem tanto querido na família.
Golpista: Chuta o nome de dois.
Vítima: Quem é você?
Golpista: É de São Paulo.
Vítima: Filho da minha irmã?
Golpista: É.
Vítima: O Arthur?
Golpista: Como é que a senhora sabia que era eu?

Estelionato

Os golpistas usam contas bancárias de outras pessoas, que tanto podem ser clonadas, como de parentes ou amigos dos próprios presidiários. A partir dos dados, a polícia inicia a investigação, podendo indiciar o dono da conta por estelionato, cuja pena é de 1 a 5 anos de prisão. 




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