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Atirador do Texas disparou 450 tiros contra frequentadores de missa

Devin Kelley atirou em fiéis já baleados no chão e procurou mais vítimas. Data da Postagem: 07/11/2017 | Fonte: O Globo
(Foto: Divulgação).

A polícia do Texas confirmou que Devin Patrick Kelley, autor do massacre com 26 mortos em igreja de Sutherland Springs, disparou 450 tiros contra os fiéis que acompanhavam a missa de domingo. As vítimas têm idade entre 1 e 77 anos — oito delas eram da mesma família. A ação do atirador, de 26 anos, deixou ainda mais de 20 feridos.

Uma sobrevivente do ataque, investigado como um ato passional pelas autoridades do estado, contou à rede "ABC News" que os fiéis começaram a gritar em meio aos primeiros estampidos. O atirador abriu fogo do lado de fora, na direção da igreja, e depois entrou no local do culto para mirar nos frequentadores. O ambiente ficou em silêncio. Rosanne Solis relatou que se fingiu de morta e se escondeu em um banco para escapar com vida.

 
 
 
 
 
 

"Ele atirava nas pessoas, no chão, elas já estavam sangrando. Ninguém dizia uma palavra. Eu não me mexia, não fazia um som. Eu sabia que se disse alguma coisa, ele me mataria. Ele estava procurando pessoas para atirar (...) Eu sabia que ia morrer, sabia porque os tiros vinham perto da minha cabeça. Eu não queria morrer.

Kelley recarregou a arma várias vezes, segundo Rosanne. Enquanto isso, a americana recordou que rezava por ajuda e se fingia de morta para não chamar a atenção. Ela assegurou ainda que estava escondida debaixo de um banco da igreja, atrás de um menino e uma mulher. Ainda assim, foi atingida por um disparo, mas não sentiu dor até o fim do ataque.

O autor do massacre fugiu em disparada quando dois moradores atiraram contra ele. A polícia acredita que o atirador tenha se matado com um tiro durante a perseguição.

As autoridades investigam a motivação de Kelley no ataque. Nesta segunda-feira, a polícia confirmou que ele tinha problemas familiares e que havia enviado mensagens de texto "ameaçadoras" para a sogra. Em 2012, ele agrediu a mulher e o filho, o que resultou na sua expulsão da Força Aérea americana, dois anos depois. Os pais de sua esposa frequentavam o culto "de tempos em tempos" e seguiram para o local ao saberem do ataque.

O histórico violento de Kelley, no entanto, não foi remetido ao FBI, a polícia federal americana, por um erro técnico da Força Aérea. A falha em reportar o episódio de agressão às autoridades permitiu que o atirador conseguisse comprar armas.

 




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