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Após dois anos, comércio volta a crescer e fecha 2017 em alta de 2%

Resultado foi influenciado pelo aumento das vendas de móveis e eletrodomésticos, segundo o IBGE. Data da Postagem: 09/02/2018 | Fonte: G1
(Foto: Divulgação).

O comércio varejista brasileiro cresceu 2% em 2017, após dois anos de fortes quedas. O resultado foi influenciado pelas vendas de móveis e eletrodomésticos, que voltaram a aumentar com a queda das taxas de juros. A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (9).

O setor de hipermercados também vendeu mais em 2017, 1,4%, e ajudou o varejo brasileiro a dar sinais de recuperação.

Apesar do avanço, o IBGE pondera que que ainda é cedo para falar em recuperação total. “2017 rompe um período de dois anos de queda nas vendas nacionais, mas ainda está longe de recuperar a perda de 10,2% acumulada nesse período”, disse Isabella Nunes, gerente da pesquisa do IBGE.

 

Dezembro fraco

 

No último mês de 2017, o volume de vendas do comércio varejista nacional recuou 1,5% em relação a novembro, anulando a alta de 1% registrada no mês anterior.

Por setores, o desempenho foi o seguinte:

 

  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-6,3%)
  • Livros, jornais e papelaria (-4%)
  • Hipermercados (-3%)
  • Móveis e eletrodomésticos (-2,7%)
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,2%)
  • Tecidos, vestuário e calçados (0,5%)

 

Já na comparação com dezembro do ano anterior, o comércio cresceu 3,3%, puxado por hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (4,5%).

 

Por setores, o desempenho foi o seguinte:

  • Tecidos, vestuário e calçados (7,0%)
  • Móveis e eletrodomésticos (8,2%)
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,1%)
  • Combustíveis e lubrificantes (-7,2%)
  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-18,2%)
  • Livros, jornais, revistas e papelaria (-9,7%)
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%)

 




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