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Em sete anos, guerra da Síria já tem mais de 350 mil mortos

ONG lista mais de mil vítimas civis só em ofensiva contra rebeldes em Goutha Oriental Data da Postagem: 12/03/2018 | Fonte: G1
(Foto: Divulgação).

A guerra na Síria provocou mais de 350 mil mortes desde 2011, anunciou nesta segunda-feira o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), grupo de monitoramento com base em Londres. Entre as vítimas, estão 106.390 civis, incluindo 19.811 crianças. Outras milhões de pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas ao longo do conflito, que nesta semana completa o seu sétino aniversário.

"No total, 353.935 pessoas morreram desde 15 de março de 2011", afirmou a organização, que mantém uma rede de fontes na Síria.

 

Por sua vez, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) afirmou que cada vez mais crianças morrem em decorrência da guerra civil. Segundo a agência da ONU, cerca de 3,3 milhões de meninos e meninas estão expostos a dispositivos explosivos em toda a Síria, e dezenas de escolas foram alvo de ataques no ano passado.

"Em 2017, a violência cega e extrema matou o maior número de meninos até agora: cerca de 50% mais que em 2016", disse o Unicef em nota, alertando que 2018 já se anuncia ainda mais sobrio para os direitos infantis.

Segundo o 0SDH, mais de 200 crianças morreram em bombardeios do regime de suas forças aliadas contra o bastião rebelde de Ghouta Oriental, nos arredores de Damasco, desde fevereiro. O número representa cerca de 20% das vítimas da ofensiva do presidente Bashal al-Assad na região.

 

OFENSIVA EM GHOUTA ORIENTAL

As forças do regime sírio isolaram neste sábado Duma, a grande cidade do reduto rebelde de Ghouta Oriental, que tenta reconquistar com uma grande ofensiva militar, segundo o grupo de monitoramento. Desde 18 de fevereiro, as forças leais a Assad atacam o enclave com apoio da aliada Rússia. Os bombardeios já custaram a vida de 1.031 civis, entre eles 219 crianças, e deixaram mais de 4.350 feridos.

O Alto Comissário da ONU para os Refugiados, Filippo Grandi, afirmou na sexta-feira que está ocorrendo "uma tragédia humana de dimensões colossais" no país. No fim de fevereiro, o Conselho de Segurança da ONU adotou uma resolução que pede um cessar-fogo de 30 dias em toda a Síria.

Os principais grupos rebeldes na Ghouta haviam anunciado que aceitavam "expulsar" os jihadistas que antes respondiam à al-Qaeda do reduto rebelde. Cerca de 400 mil civis vivem sitiados na região desde 2013, submetidos à escassez de alimentos e de medicamentos.




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