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Moradores são ameaçados e polícia volta à favela dominada por facção

Data da Postagem: 15/11/2018 | Fonte: Campo Grande News
Divulgação

Policiais civis e militares voltaram a uma favela localizada na região leste de Dourados, considerada estratégica bandidos da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

O delegado Rodolfo Daltro, chefe do SIG (Serviço de Investigações Gerais), disse que o objetivo da ação foi conversar com os moradores e marcar presença na área, para impedir o retorno dos bandidos. Ninguém foi preso.

Havia relato de que trabalhadores que moram na favela estavam sendo ameaçados por criminosos, suspeitando que os moradores os tivessem delatados, “o que não aconteceu”, afirmou o delegado.

No dia 1º deste mês, a polícia fez uma grande operação no conglomerado de barracos perto de perto do Córrego Engano, entre o Jardim Guaicurus e o Residencial Estrela Verá. No local existe uma mata, usada pelos bandidos como rota de fuga e para esconder produtos de roubo.

Foi perto dessa mata que, no dia 25 de outubro, Rodrigo Ferreira Dias, de 19 anos, o “R3”, e Arthur Rodrigues Neto, de 18 anos, o “Mizuno”, foram mortos em troca de tiros com policiais. Os dois estavam envolvidos no assalto ao senador eleito Nelsinho Trad (PTB), ocorrido no dia 28 de setembro em Dourados.

A Favelinha do Estrela Verá também era usada como esconderijo de Rener Pimentel, de 21 anos, que liderou o assalto ao político campo-grandense e ficou com a pistola calibre 40, roubada do segurança de Nelsinho, um sargento da Polícia Militar. Rener foi preso no dia 7 deste mês.

“Fizemos patrulhamento para identificar barracos suspeitos e para conversar com a população. A favela estava praticamente dominada pela facção criminosa, mas conseguimos reverter a situação”, declarou Rodolfo Daltro.

A polícia também voltou ao Residencial Harrison de Figueiredo, na mesma região da cidade. Durante a operação do dia 1º deste mês, Nhicolas Magalhães Dauzacker, de 17 anos, o “Cromado”, morreu em troca de tiros com a polícia nesse bairro.

Cromado era “soldado” do PCC e tinha como missão matar policiais e outros agentes públicos, a mando do presidiário Juan Régis, o “R7”, um dos líderes da facção em Mato Grosso do Sul, recentemente transferido da penitenciária de Dourados para Campo Grande.




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