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Comercialização antecipada dá prejuízo ao sojicultor

Data da Postagem: 22/01/2014 | Fonte: Sul News
Foto: Marcos Ermínio

- Produtor que antecipou venda da soja teve prejuízo de 8,7% nesta safra -

ZANA ZAIDAN / CAMPO GRANDE NEWS
A comercialização antecipada da safra 2013/14 de soja já chega a 35% do volume previsto para ser colhido em Mato Grosso do Sul. No entanto, o produtor que optou por negociar antes vai lucrar menos do que aquele vai vender o grão depois de colhido. O prejuízo é de 8,7% por saca, aponta levantamento da Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja).

Em dezembro, quando a maioria dos contratos futuros foi negociado, a saca de soja estava cotada a R$ 52, hoje, o preço praticado é de R$ 57, ainda segundo o levantamento.

O presidente da entidade, Mauricio Saito, acredita que a euforia do ciclo 2013/2014 levou o sojicultor a apostar na venda antecipada. “Foi quando os Estados Unidos enfrentavam a crise devido à seca prolongada, o que fez as cotações dispararem. Muitos escolheram vender porque o mercado era favorável”, relembra. No mesmo momento da safra anterior, quase metade da soja produzida no Estado (45%) já havia sido comercializada antes mesmo de ser colhida.

A comercialização antecipada da safra 2013/14 de soja já chega a 35% do volume previsto para ser colhido em Mato Grosso do Sul. No entanto, o produtor que optou por negociar antes vai lucrar menos do que aquele vai vender o grão depois de colhido. O prejuízo é de 8,7% por saca, aponta levantamento da Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja).

Em dezembro, quando a maioria dos contratos futuros foi negociado, a saca de soja estava cotada a R$ 52, hoje, o preço praticado é de R$ 57, ainda segundo o levantamento.

O presidente da entidade, Mauricio Saito, acredita que a euforia do ciclo 2013/2014 levou o sojicultor a apostar na venda antecipada. “Foi quando os Estados Unidos enfrentavam a crise devido à seca prolongada, o que fez as cotações dispararem. Muitos escolheram vender porque o mercado era favorável”, relembra. No mesmo momento da safra anterior, quase metade da soja produzida no Estado (45%) já havia sido comercializada antes mesmo de ser colhida.

“O mercado oscila e, com base no ritmo do ano passado, o produtor esperava melhores resultados. Agora, quem esperou para vender tem expectativa que haja maior demanda para exportação, o que causará novos aumentos da cotação”, analisa Saito.

AUMENTO DE PRODUÇÃO
Apesar da estiagem que castigou a lavoura, principalmente no Conesul do Estado, principal região produtora, a colheita da soja começa com o pé direito. Até o momento, 2% da área de cultivo já foi colhida.

A produção estimada para esta safra é de 6,1 milhões de toneladas, volume 5,2% maior do que o ciclo anterior, que atingiu 5,8 milhões. O resultado positivo é atribuído ao incremento de 10% na área plantada – hoje, a soja ocupa 2,2 milhões de hectares.

Ao mesmo tempo que produz mais, o sojicultor do Estado deve lucrar menos. Cada hectare deve render ao produtor 46 sacas de soja, enquanto, na safra anterior, a produtividade foi de 49.




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