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Mulher empresta R$ 50 para fazer doces e 3 anos depois vira empresária

Ela vendia pirulitos em porta de escola e agora é expert em confeitos. Em 3 anos, doceira se tornou uma das mais requisitas de Campo Grande. Data da Postagem: 23/05/2016 | Fonte: G1

 

 Danielle Beltram em atendimento a mais uma festa (Foto: Graziela Rezende/G1 MS)Danielle Beltram em atendimento a mais uma festa (Foto: Graziela Rezende/G1 MS)
 

Sem emprego e dinheiro, Danielle Beltram Ferreira e Silva, de 36 anos, pediu R$ 50 emprestado ao marido. A ideia era fazer pirulitos de chocolates, para serem vendidos na porta de escola, algo considerado “uma loucura” por ele. Os doces, fincados em um isopor, foram somente o início de uma das mais requisitadas profissionais de açucarados personalizados de Campo Grande.

Do início até a construção da empresa, na qual Beltram emprega familiares e mais 2 amigas, se passaram 3 anos. Nesse período, muitas tentativas e erros, aulas na internet e madrugadas para atender aos pedidos mais inusitados. Aliás, galinha pintadinha fica até esquecida diante de encomendas como O Pequeno Príncipe, futebol americano, Sonic, fazendinha, entre outros.

“Eu trabalhava em uma empresa de telecomunicações. Porém, fiquei desempregada e o desespero bateu porque meu seguro acabou. Com o dinheiro, comprei uma barra de chocolate e fiz 60 pirulitos. Meu filho ficou no carrinho, estava com 6 meses de idade. Em 15 minutos, vendi tudo na porta de uma escola aqui do meu bairro”, afirmou Danielle.

As ideias foram aumentando e ela acrescentou o cupcake e outros tipos de doces. “Eu vendia tudo a R$ 1 e as pessoas gostavam bastante. As mães também começaram a pedir encomendas de brigadeiros e beijinhos, para festas dos filhos. Meu marido então falou para eu postar as fotos em uma página do Facebook”, comentou ao G1a confeiteira.

Na época, em 2013, ela achou que as pessoas não gostariam do trabalho, diante a tantas opções na cidade. “Meu filho estava prestes a completar 1 ano e eu queria fazer uma festinha pra ele, com o tema galinha pintadinha. O dinheiro que ganhava estava nos sustentando, com despesas diárias, a fralda e o leite dele. Só que eiu me esforcei e consegui pagar os confeitos para o aniversário”, relembrou.

 

 




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